• O preço do vandalismo para o transporte público por ano equivale a 15 ônibus novos

    20/11/2018 Categoria: Esclarecimentos

    Além da depredação do patrimônio público no caso dos terminais e estações, há ainda a indisponibilidade para operação dos veículos vandalizados, o que impacta diretamente no atendimento ao cliente do transporte público coletivo

    Na Região Metropolitana de Goiânia, ocorrem anualmente cerca de 192 atos de vandalismo aos ônibus do transporte público coletivo, ou seja, cerca de 16 veículos são retirados de circulação todos os meses por algum dano causado pelos próprios usuários. Essa retirada dos ônibus de operação acaba prejudicando todo o planejamento diário que é feito para atender as demandas de transporte de passageiros dos 18 municípios da Região Metropolitana de Goiânia atendidos pela Rede Metropolitana de Transporte de Coletivo (RMTC).

    Além dos ônibus, são registradas por ano, cerca de 72 situações de vandalismo nos terminais. O reparo e reposição de equipamentos e utensílios nestes locais, mais os gastos com reparos dos veículos que são vandalizados, somam o equivalente à compra de 15 ônibus novos por ano. De acordo com dados da RMTC, o vandalismo aos ônibus é promovido principalmente por estudantes e torcidas organizadas. Em dias de clássicos do futebol, os danos causados por torcedores dentro dos ônibus, terminais e estações são intensificados.

    Segundo o gerente de transporte da empresa Rápido Araguaia, Allânio Garcia, além do tempo que o veículo fica parado para reparo, uma média de dois ou três dias, as empresas consorciadas também são obrigadas a arcar com o prejuízo financeiro. O veículo vandalizado só volta para operação após autorização do órgão fiscalizador, a Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC), que faz uma inspeção para garantir a qualidade do reparo e condição de utilização do ônibus.

    Na empresa Reunidas, que atende 280 bairros da RMG, o gerente de transportes, Cláudio Lizita, lamenta as situações de vandalismo, principalmente quando passageiros também acabam sendo vítimas dos atos. “Há casos em que os ônibus são apedrejados e os passageiros feridos por estilhaços de vidros. Quando isso ocorre o motorista tem que acionar socorro médico e ainda registrar um boletim de ocorrência, atrapalhando não só o atendimento, mas prejudicando outras pessoas”, afirma.

    Os itens mais danificados dentro dos ônibus são janelas de emergência, vidros fixos de janelas, calhas do sistema de iluminação e mangueiras hidráulicas das portas automáticas. Já os principais atos de vandalismo praticados nos terminais e estações são: depredação, destruição e furtos de materiais e utensílios como lixeiras, torneiras e tampas de válvulas de descargas, especialmente dentro dos banheiros de uso público.

    As linhas com maiores índices de atos de vandalismo são as do Eixo Anhanguera, incluindo as extensões para Trindade e Goianira, a linha 574 (Terminal Bandeiras / Forteville), e a 338 (Terminal Vera Cruz / GO 060 / Jardim do Cerrado). Os terminais Cruzeiro, Bandeiras e Vera Cruz são os locais onde há maior registro de ações de vândalos. Com relação as estações do Eixo Anhanguera onde acontecem mais atos de vandalismo estão a José Hermano e Jóquei Clube.

    Nos terminais, estações e ônibus que possuem sistema de CFTV, quase sempre é possível identificar os autores de vandalismo. As equipes de segurança e profissionais que trabalham nesses ambientes possuem canais diretos de comunicação (rádio e telefone) com o Posto de Segurança de Transportes situado dentro do Centro Integrado de Inteligência, Comando e Controle – CIICC, da Secretaria de Segurança Pública (SSP), através do qual é solicitado o apoio imediato no combate aos delitos praticados.

    Existe ainda a possibilidade de os passageiros realizarem denúncias ao Posto de Segurança de Transportes através do Whatsapp (62) 98591-8952. Os vândalos identificados pela polícia são denunciados e passam a responder processo na justiça, onde este ano registram-se as primeiras condenações.

  • Desvios na Avenida Mangalô continuam

    31/10/2018 Categoria: Esclarecimentos

    Os desvios de oito linhas que atendem a região Noroeste e passam pela Avenida Mangalô, no Setor Finsocial, em Goiânia, continuam por tempo indeterminado. O motivo é uma obra para implantação de rede pluvial localizada na avenida. Com isso, três pontos de embarque e desembarque localizados na Avenida Mangalô ficarão sem atendimento durante a interdição, são eles: 7386, 4417 e 4418.

    As linhas impactadas são:

    036 – (T. Pe. Pelágio/Cândida de Morais/T.Rec. do Bosque)

    042 – (T. Pe. Pelágio/Finsocial / Centro)

    134 – (T. Pe. Pelágio/Jd. Curitiba)

    146 – (T. Pe. Pelágio/Tremendão/T. Rec. Bosque)

    305 – (T. Rec. Bosque/Finsocial / Campinas)

    933 – (T. Pe. Pelágio/T. Rec. do Bosque/Campus UFG)

    936 – (Circular/Noroeste/Via Av. Mangalô)

    937 – (Circular/Noroeste/Via São Domingos)

    Veja os mapas abaixo:

  • Ampliação no atendimento da linha 212 em Bonfinópolis

    15/10/2018 Categoria: Esclarecimentos

    Agora quem utiliza a linha 212 (T. Novo Mundo/ Bonfinópolis) terá seu atendimento ampliado. O trajeto antes era atendido por uma única linha, que realizava o percurso no sentido anti-horário e a partir de agora irá realizar também no sentido horário.

    O itinerário que antes passava pela Rua Fernando Pessoa e Av. Fraz Koslowski, em Bonfinópolis, agora irá seguir pela Av. Manoel Garrote e Rua Hermínio Lemes.

    Dessa forma ficam sem atendimentos os pontos de embarque 6813- na Rua Fernando Pessoa e 6814- na Rua Fraz Kozlowski.

    Para ir para Goiânia, o cliente tem a opção de embarcar em ambos os sentidos.

  • Combate a violência contra à mulher nos terminais

    11/10/2018 Categoria: Esclarecimentos

     

    Aconteceu durante todo o dia de ontem, 10 de outubro, em alguns terminais, ações de orientação as mulheres sobre as políticas públicas em defesa da mulher vítima de violência doméstica e familiar, além de assessoramento e acolhimento de mulheres que vivem em situação de risco de morte. Essas ações fazem parte do projeto realizado pela Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres de Goiânia em alusão ao Dia Nacional de Luta Contra a Violência à Mulher.

    A Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC), entre outras empresas, fez parceria com a secretaria para reforçar a importância da luta ao combate a violência à mulher. Equipes de diversos órgãos trabalharam simultaneamente em vários locais como Aeroporto, Rodoviárias, Centro de Goiânia, Faculdades, Universidades, Postos de Saúde, Cais, CRAS, CREAS e terminais de ônibus do transporte público orientando a população com distribuição de panfletos informativos.

    Para a idealizadora do projeto e secretária municipal de políticas para mulheres, Ana Carolina de Souza Almeida, o objetivo principal era levar informação dos vários tipos de violência contra a mulher e das diversas práticas abusivas existentes. “A violência pode ser física, psicológica, moral, patrimonial e até sexual e são as repetições dessas práticas pelos agressores que levam a morte mulheres em todo o Brasil”, relatou.

    A secretária ressaltou ainda a importância da parceria com a RMTC neste projeto, pois conseguiu atingir um grande número de pessoas nos terminais da Região Metropolitana de Goiânia. “O resultado das ações foi muito satisfatório, foram distribuídos mais de 20 mil panfletos, isso mostra a quantidade de pessoas com as quais conseguimos conversar”. Ana Carolina reforçou ainda que a orientação foi dada não só as mulheres, “os homens também precisam saber como se dá a violência e que isso é crime”, disse ela.

    Mecanismos legais como a Lei Maria da Penha, tem contribuído no enfrentamento de algumas mulheres aos abusos violentos. A comemoração da data como referência ao combate à violência contra a mulher é importante porque reflete diretamente na conscientização das mulheres que são vítimas a denunciarem as agressões. No Brasil, as denúncias podem ser feitas gratuitamente através do telefone 180, número que também fornece informações sobre procedimentos e como se comportar em situações de violência.

     

  • Trajeto da Linha 520 é estendida para atender Bairro Cardoso II

    04/10/2018 Categoria: Esclarecimentos

    A partir desta sexta-feira, 5 de outubro, a linha 520 – Terminal Cruzeiro/Estrela do Sul terá seu trajeto estendido até o Bairro Cardoso II, em Aparecida de Goiânia. Com a alteração, os moradores da região terão ligação direta com o Terminal do Cruzeiro. A mudança irá proporcionar maior mobilidade e mais praticidade para quem utiliza o serviço.

    Ao invés de retornar pela Avenida V-003, os veículos irão seguir pela Avenida Embaixador até o Anel Viário, onde irão passar pela Avenida Liberdade e retornar à Avenida Embaixador. Devido à extensão do itinerário, 4 novos pontos serão implantados na região.

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