• Nova linha liga T. Maranata ao Centro de Aparecida

    27/06/2018 Categoria: Esclarecimentos

    Será implantada nesta quinta-feira (28) a segunda das 6 novas linhas que integrarão a Rmtc Aparecida, serviço interbairros destinado aos moradores do município. A linha 972 (T. Araguaia / Serra Dourada / T. Maranata) foi criada para atender uma antiga demanda dos moradores de Aparecida de Goiânia.

    Setores como Tiradentes, Ind. Das Mansões, Com. Walmor, Cidade Livre, Colina Azul, St. Serra Dourada, dentre outras, agora terão conexão direta com o centro da cidade, sem precisar passar pelo T. Garavelo. Ao todo, a nova linha atravessará mais de 20 bairros, beneficiando milhares de pessoas.

    A nova linha irá compartilhar a plataforma de embarque com as linhas 340 (T. Araguaia / Pq. Ind. Aparecida) e 213 (T. Bíblia / Hidrolândia) no T. Araguaia, e com a linha 571 (T. Maranata / Madre Germana II) no T. Maranata.

    A Rmtc Aparecida

    O planejamento operacional da RMTC Aparecida fora desenvolvido para valorização da cidade, com foco no atendimento local, e é formada por um conjunto de linhas alimentadoras e estruturantes do transporte público coletivo, integradas à rede metropolitana. A proposta é interligar as diversas regiões ao centro da cidade, proporcionando mais opções de viagens aos cidadãos.

    Serão implantadas 6 novas linhas estruturantes locais de forma gradual para que se possa avaliar e, se necessário, promover pequenas correções no que tange a operação.

    A definição das rotas foi realizada a partir da análise dos dados da matriz de origem e destino do transporte coletivo. Os novos traçados privilegiaram o sistema viário arterial, em especial das novas vias implantadas pelo município, e em completa sintonia com as áreas de desenvolvimento urbano previstas na revisão do Plano Diretor.

  • Programação durante a Festa de Trindade

    14/06/2018 Categoria: Esclarecimentos

    Durante o período da festa de Trindade 22/06 a 01/07/18, a linha 112 (T. Trindade / T. Pe. Pelágio) terá parte do seu trajeto alterado.

    Os  pontos localizados na Avenida Raimundo de Aquino (sentido Trindade para Goiânia), não funcionarão durante a festa,  sendo o embarque feito na Feira Coberta (ao lado do Terminal Rodoviário).

    A partir das 10h do dia 28/06, até 23h50 do dia 01/07/18, o atendimento aos clientes do Eixo Anhanguera será feito exclusivamente na Feira Coberta (ao lado do Terminal Rodoviário).

    As linhas do Eixo Anhanguera entre Goiânia e Trindade funcionarão 24h com aumento de viagens para proporcionar mais mobilidade aos clientes que participação da festa do Divino Pai Eterno.

  • Atendimento será normalizado a partir de segunda-feira

    01/06/2018 Categoria: Esclarecimentos

  • Linhas 007 e 011 realizam desvio de rota

    30/05/2018 Categoria: Esclarecimentos

    Informamos que, devido as obras da Prefeitura de Aparecida de Goiânia na Av. São Paulo, na Vila Brasília, em Aparecida, os veículos das linhas 007 e 011 estão realizando desvio de rota do local no sentido rodoviária.

    Os ônibus que seguem pela Av. São Paulo, entram a direita na Ria Oiapoque, seguindo até a Av. Ingá, virando em seguida na Av. Bela Vista, retornando ao seu trajeto normal logo após a Rua Fortaleza, na Av. Quarta Radial.

    Assim, ficam sem atendimento os pontos: 341, 342, 343, 344, e 345. A previsão é que o desvio permaneça até o final da obra.

    Confira no mapa as mudanças:

  • NTU divulga carta aberta

    22/03/2018 Categoria: Esclarecimentos

    A Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos – NTU divulgou hoje (22), carta aberta sobre reunião feita em Brasília sobre a crise no setor de transporte público urbano, leia abaixo a carta na íntegra.

     

    Carta de Brasília 

    Os empresários do setor de transporte público urbano por ônibus, reunidos na sede da Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) para avaliar a grave crise pela qual passa o setor e buscar caminhos para superá-la, vêm alertar as autoridades públicas sobre os grandes problemas que colocam em risco a própria continuidade da participação da iniciativa privada na prestação desse serviço público essencial para grande parte da população brasileira.

    Desde junho de 2013, quando ecoaram por todo o País as manifestações da sociedade brasileira, mostrando seu descontentamento com a qualidade dos serviços públicos, as redes de transporte coletivo da maioria das grandes cidades brasileiras enfrentam severos desequilíbrios econômicos e um processo contínuo de degradação.

    As promessas do governo federal na época, por um Pacto Nacional pela Mobilidade Urbana, ficaram no discurso e no papel, o que jogou por terra a maioria dos projetos de melhoria de uma infraestrutura urbana que é totalmente inadequada ao transporte coletivo de qualidade.

    Os raros projetos de BRT implantados em algumas capitais do País, na euforia da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos, estão sendo sucateados, pagando o preço por serem sistemas incompletos, sem uma adequada manutenção e segurança da infraestrutura, em total desrespeito ao dinheiro público e aos passageiros.

    Acuados pela revolta social e sem condições financeiras próprias para qualquer resposta à sociedade, os governos municipais e estaduais optaram, com raras exceções, pelo caminho ilegal do descumprimento de contratos e postergação dos reajustes tarifários, que estão sufocando as empresas operadoras de ônibus urbanos, na sua grande maioria, de porte pequeno e médio. O resultado não poderia ser outro: no período de 2014 a 2016, mais de 10% das empresas do setor fecharam as portas.

    A grave crise econômica que o País enfrenta desde 2014 piorou ainda mais a situação do setor, seja pela queda de demanda em função do desemprego, seja pelo ressurgimento do transporte ilegal e ainda pelo nascimento do transporte sob demanda por aplicativos, que se aproveita da falta de regras e das imperfeições do próprio mercado. No período de 2014 a 2017, o setor amarga uma perda de 20% da demanda.

    A derrocada não é um fato recente. Ao longo das últimas décadas, o transporte público urbano por ônibus vem perdendo qualidade e desempenho como resultado de uma política equivocada do governo federal que incentivou a propriedade e o uso dos automóveis, provocando o crescimento vertiginoso dos congestionamentos urbanos, que penaliza duplamente aquele que usa o transporte coletivo. Além de perder em qualidade pelo aumento dos tempos de viagem, ele paga mais pela queda de produtividade, que pode representar um acréscimo de até 25% no preço das passagens.

    Chega! A sociedade brasileira não aceita mais conviver com essa dura realidade. Precisamos de medidas urgentes para garantir a prestação dos serviços com qualidade e a preços acessíveis, assegurando ao mesmo tempo a sobrevivência das empresas e a manutenção de quase 500 mil empregos diretos que o setor gera.

    Estas são nossas propostas para recuperação do setor:

    • Cumprimento rigoroso dos contratos de concessão ou permissão, respeitando os direitos e deveres das duas partes.
    • Financiamento de parte dos custos operacionais do transporte coletivo pelo transporte individual, de forma a reparar seus efeitos negativos para a sociedade.
    • Retomada dos investimentos na infraestrutura urbana e priorização do espaço urbano destinados ao transporte coletivo.
    • Apropriação clara e transparente dos custos envolvidos na atividade e sua divulgação para toda a sociedade.
    • Cobertura dos custos das gratuidades e benefícios tarifários no transporte público por toda a sociedade, por meio dos orçamentos públicos, e não apenas pelos passageiros pagantes.
    • Proteção das redes de transporte público coletivo contra a concorrência predatória do transporte ilegal e do transporte sob demanda por aplicativos, bem como contra a insegurança pública que assusta os usuários.

    Brasília, março de 2018
    Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos – NTU

     

     

     

Categorias

Posts recentes

Tags