• Prefeitura de Goiânia lança campanha Alô, Vizinho!

    30/06/2020 Categoria: Projetos e ações,Segurança

    Com o objetivo de envolver vizinhos na batalha contra a violência doméstica durante  a pandemia, a Prefeitura de Goiânia, por meio da Secretaria Municipal de Políticas para as Mulheres (SMPM), lança nesta terça-feira (30/6)a campanha “Alô Vizinho!”.

    A iniciativa é uma idealização da Secretaria Nacional de Políticas para as Mulheres SNPM/Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), que visa promover orientações de segurança para mulheres e informações para toda a vizinhança informando os canais de denúncias e exemplificando os  atos de violência previstos na lei Maria da Penha.

    A ação será feita por meio de distribuição e divulgação de material informativo. As peças indicam canais de denúncias como o Ligue 180, aplicativo Direitos Humanos Brasil, o portal da Ouvidoria Nacional dos Direitos Humanos (ONDH), 190 da Polícia Militar, 197 da Polícia Civil, 153 da Guarda Civil metropolitana (GCM) e o Aplicativo Goiás Seguro (que contém o Alerta Maria da Penha).

    Os folders serão afixados no interior dos ônibus da Rede Metropolitana de Transporte Coletivo (RMTC) e nos postos de saúde. Ainda contará com a disponibilização da arte em pdf no site do Sindicato dos Condomínios e Imobiliárias do Estado de Goiás (Secovi-GO). O sindicato possui mais de 3 mil associados que poderão imprimir a arte e colocar nos espaços comuns dos condomínios. A divulgação ainda será feita nas redes sociais da Prefeitura de Goiânia e instituições parceiras.

    Segundo a titular da pasta, Ana Carolina Almeida, a replicação da campanha  se deve ao aumento do número de casos de violência doméstica em Goiânia. “As famílias estão convivendo mais tempo juntas dentro de casa devido à pandemia, por isso, os conflitos acabam surgindo. Precisamos que as pessoas próximas nos apoiem nesta causa  a fim de interromper  as  situações que podem levar ao feminicídio”, disse.

    A atividade conta com os seguintes apoiadores: Tribunal de Justiça de Goiás (MP-GO); Ministério Público do Estado de Goiás (MP-GO); Defensoria Pública do Estado de Goiás (DP-GO); Polícia Civil do Estado de Goiás (PC-GO); Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego); Sindicato dos Condomínios e Imobiliárias (Secovi-GO); Rede Metropolitana de Transportes Coletivos de Goiânia (RMTC) e Secretaria Municipal de Saúde (SMS).

    Violência Doméstica
    Dados do Ligue 180 indicam que, durante o período de quarentena, houve um aumento de quase 9% no número de ligações para o canal, que recebe denúncias específicas de violência contra a mulher.

    A ONDH informou que a média diária entre os dias 1º e 16 de março foi de 3.045 ligações recebidas e 829 denúncias registradas e de 3.303 ligações recebidas e 978 denúncias registradas entre os dias 17 e 25 do mesmo mês.

    Em casos de emergência, acione:
    190 Patrulha Maria da Penha da Polícia Militar

    197 da Polícia Civil

    153 Programa Mulher Mais Segura da Guarda Civil Metropolitana

    Orientações psicológicas, jurídicas e de assistência social, ligue para:

    (62) 98306-0191 – Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social

    (62) 3524-2933 – Secretaria Municipal de Políticas para Mulheres da Prefeitura de Goiânia

    Ligue 180.

    Apoio jurídico, ligue para:

    (62) 98307-0250 – Defensoria Pública do Estado de Goiás.

    Para denunciar e solicitar Medidas Protetivas de Urgência, ligue:

    1ª Deam – 3201-2801 / 2802

    2ª Deam – 3201-6344 / 6332

    Roberta Amorelli, da editoria de Políticas Para as Mulheres

  • Mesmo em dificuldades, empresas assumem gestão e manutenção dos terminais

    19/06/2020 Categoria: Esclarecimentos,Terminais de Integração

    Objetivo é preservar o atendimento  dos usuários e garantir o serviço que é essencial e direito de todo cidadão, bem como vão absorver grande parte dos profissionais que terão que ser demitidos

    O Conselho de Administração do RedeMob Consórcio composto pelas empresas concessionárias do sistema de transporte público de Goiânia e Região Metropolitana, decidiu em reunião na noite desta quarta-feira, 17, fazer a devolução dos terminais do sistema para as empresas. A ação foi motivada pela grave perda de receita, uma vez que o Consórcio é uma entidade privada sem fins lucrativos, financiado por parte do faturamento das cinco empresas operadoras.

    Os terminais serão, a partir de 1º  de julho de 2020, geridos pela Cootego, HP Transportes, Rápido Araguaia, Viação Reunidas e Metrobus.

    Todo custeio com monitoramento dos terminais de integração, estação de embarques e pontos de apoio, por meio de câmeras integradas na CCO – Central de Controle Operacional e na Secretária de Segurança Pública, como forma da preservação de sinergia entre os processos de operação de transportes e segurança pública, permanece sob a responsabilidade do RedeMob Consórcio.

    Caberá à Metrobus administrar, operar, fazer a manutenção, conservação, limpeza e segurança patrimonial dos seguintes terminais de integração e estações da RMTC:

    1 – Terminal Padre Pelágio
    2 – Terminal Dergo
    3 – Terminal Praça A
    4 – Terminal Bíblia
    5 – Terminal Novo Mundo
    6 – Terminal Trindade
    7 – Terminal Goianira
    8 – 19 Estações Eixo Anhanguera

    Caberá à Cootego, HP Transportes, Rápido Araguaia, Viação Reunidas, fazerem a administração, operação, manutenção, conservação, limpeza, segurança patrimonial e exploração comercial dos seguintes terminais de integração da RMTC e pontos de apoio operacionais:

    1 – Terminal Cruzeiro
    2 – Terminal Vila Brasília
    3 – Terminal Araguaia
    4 – Terminal Garavelo
    5 – Terminal Maranata
    6 – Terminal Bandeiras
    7 – Terminal Parque Oeste
    8 – Terminal Goiânia Viva
    9 – Terminal Vera Cruz
    10 – Terminal Recanto do Bosque
    11 – Terminal Isidória
    12 – Terminal Nerópolis
    13 – Terminal Senador Canedo
    14 – Terminal Veiga Jardim

    1 – PA Jardim Guanabara I
    2 – PA Estacionamento – Campus
    3 – PA Vale dos Sonhos
    4 – PA Aruanã II
    5 – PA Campus
    6 – PA Praça da Bíblia / Universitário
    7 – PA Parque Atheneu (Sala)
    8 – PA Parque Atheneu (Estacionamento)
    9 – PA Parque Trindade
    10 – PA Morada Nova
    11 – PA Conjunto Vera Cruz
    12 – PA Dergo
    13 – PA Curitiba

    Segundo o diretor executivo do RedeMob Consórcio, essa decisão é fundamental para que o consórcio continue funcionando. “O consórcio, assim como as empresas, está enfrentando um momento muito difícil. Estamos passando pelo mesmo processo das concessionárias do serviço, com a queda de cerca de 70% na receita. Fizemos o dever de casa, enxugamos despesas, reduzimos jornadas e salário dos colaboradores, tivemos que fazer demissões, rescindimos, renegociamos e postergamos contratos com fornecedores, etc, mas ainda assim não foi o suficiente para promover o equilíbrio. E como um dos processos que mais consomem recursos no consórcio é a gestão de terminais, a solução foi retirar esse processo da nossa responsabilidade e devolvê-lo para as empresas”, explica Leomar Avelino Rodrigues.

    Mesmo com sérias dificuldades e amargando um desequilíbrio econômico-financeiro gravíssimo nos últimos 90 dias, uma situação de risco que atinge todo o sistema, as concessionárias do serviço saíram em socorro ao consórcio. As empresas se comprometem a cumprir com todo o escopo de trabalho antes desenvolvido pelo RedeMob. “Mesmo com todas as dificuldades, é menos oneroso que as concessionárias assumam a gestão dos terminais em relação ao repasse de contrapartida da receita mensal ao Consórcio. Nossa responsabilidade de manter toda frota contratada pelo poder público operando, bem como a gestão e manutenção dos terminais, é grande, principalmente com o passageiro, que é o que mais precisa da manutenção do serviço, mas não haverá qualquer prejuízo para o usuário. Mas continuamos aguardando uma solução por parte do poder público para socorrer não as empresas, mas o transportes público coletivo da capital,” detalha Adriano Oliveira, presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano e Passageiros da Região Metropolitana de Goiânia (SET), lembrando que o Transporte Público é um serviço essencial que deve ser garantido ao cidadão pelo Poder Público.

    Demissões

    271 profissionais do RedeMob Consórcio trabalham diariamente em todos os terminais da região metropolitana de Goiânia. O que mais aflige o RedeMob Consórcio, nesse momento, é a recolocação de 130 profissionais que hoje prestam serviço nos terminais da Metrobus. Os outros 141 que atuam nas outras regiões de atendimento já serão absorvidos pela Cootego, HP Transportes, Rápido Araguaia e Viação Reunidas. “Já conversamos com as empresas privadas e elas estão em processo de assunção dos profissionais, lamentamos muito que o regime jurídico da Metrobus não permita que ela absorva esses 130 profissionais que terão que ser demitidos,” reflete Leomar Avelino.

  • Máscaras são distribuídas nos terminais de Aparecida e Goiânia

    18/06/2020 Categoria: Novidades da Rede,Por dentro da Rede,Projetos e ações,Segurança

    Passageiros e motoristas do transporte coletivo de Goiânia e região Metropolitana receberam nesta quinta-feira, 18 de junho, máscaras de tecidos, grandes aliadas na prevenção contra o coronavírus. A entrega aconteceu nos Terminais Garavelo, Maranata e Vila Brasília, em Aparecida de Goiânia, e no Terminal Padre Pelágio, em Goiânia. A ação faz parte da Campanha de Combate à Propagação do Coronavírus, iniciativa do Governo de Goiás, por meio da Organização das Voluntárias de Goiás (OVG) e do Gabinete de Políticas Sociais (GPS). Foram entregues mais de 20 mil máscaras.

    “Até que tenhamos a vacina, a máscara é uma das melhores formas de prevenção contra a Covid-19. E como nos terminais e dentro dos ônibus há grande movimentação de pessoas, decidimos realizar esta ação”, pontuou a diretora-geral da OVG, Adryanna Melo Caiado.

    A presidente de honra da Organização, coordenadora do Gabinete de Políticas Sociais, primeira-dama Gracinha Caiado, também ressaltou a importância do acessório. “A máscara é um item obrigatório nos dias de hoje. E os trabalhadores que precisam se deslocar utilizando o transporte coletivo nem sempre têm condições de comprá-la, ainda mais na crise em que estamos vivendo. Nosso dever é ajudar na prevenção desta doença que vem fazendo tantas vítimas em todo o mundo”.

    O auxiliar de serviços gerais João Salviano, 28 anos, garantiu a sua máscara ao voltar do trabalho, no terminal Padre Pelágio. “Achei ótima essa ação. A gente que anda de ônibus corre muito risco e a máscara serve como barreira de proteção. E precisamos ter muitas para trocar sempre”.

    A distribuição das máscaras nos terminais começou no último dia 9 de junho. Na ocasião foram entregues os 14.400 itens de proteção nos terminais Novo Mundo, Padre Pelágio, das Bandeiras, Cruzeiro e Praça da Bíblia.

  • Viação Reunidas volta a operar parcialmente

    17/06/2020 Categoria: Esclarecimentos

    A Viação Reunidas (VR) volta a operar parcialmente hoje, 17/06, na expectativa de retomar brevemente toda a operação. A empresa conseguiu recursos através de operação de crédito e já efetuou o pagamento do ticket alimentação dos colaboradores e estruturou um cronograma para o pagamento parcelado da folha de maio. Metade do salário será pago até a próxima segunda-feira e a outra metade na semana seguinte. A notícia foi bem aceita por todos os funcionários, que sinalizaram acreditar na empresa e concordaram em voltar ao trabalho mesmo sem a quitação total da folha.

    Em nenhum momento dessa interrupção momentânea os passageiros ficaram sem o atendimento. A empresa espelho Rápido Araguaia assumiu e realiza os serviços da área atendida pela VR, sem deixar qualquer prejuízo para os passageiros que precisam do transporte para se deslocar.

    Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo e Passageiros de Goiânia e Região Metropolitana (SET)

  • Viação Reunidas suspende temporariamente operação no transporte público de Goiânia

    16/06/2020 Categoria: Esclarecimentos

    Prejuízos acumulados ao longo de quase 90 dias de operação com redução de passageiros transportados não deu outra alternativa à empresa.

    Depois de quase 90 dias mantendo os serviços e operando com prejuízo, a Viação Reunidas (VR), uma das concessionárias do transporte coletivo de Goiânia e região metropolitana, suspende temporariamente sua operação. A empresa, sua diretoria e seus mais de 400 colaboradores, pararam neste sábado último, 13. Sem receber salários e vale alimentação ainda referentes ao mês de maio, na garagem da empresa, de mão dadas, rezaram para que uma solução seja encontrada o mais rápido possível para que cada um dos funcionários não perca seus empregos e suas famílias a segurança.

    “A empresa é responsável, atua com profissionalismo, enxuta, com números transparentes, uma vez que é S/A (sociedade anônima) e publica seus balanços auditados regularmente, que, inclusive, estão à disposição da imprensa ou de quem desejar conhecer e analisar nossa realidade. Portanto, o problema existente não se trata de má de gestão, muito pelo contrário,” contextualiza Henrique Vinícius da Paz, diretor executivo da Viação Reunidas.

    Esta situação já havia sido levantada pelo Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo e Passageiros de Goiânia e Região Metropolitana (SET), quando da determinação do Governo do Estado através do Decreto no 9.638, de 20 de março de 2020, que definia a circulação de apenas passageiros sentados. Sem crédito e sem pagar funcionários e fornecedores, a Viação Reunidas não viu outro caminho até haver uma análise favorável de crédito bancário já solicitado, ou um dos planos de recuperação do sistema em discussão com o poder público terem efetividade.

    “Em virtude da drástica redução na demanda, que chegou em 80% após o primeiro decreto do Governo do Estado definindo a quarentena, as empresas perderam sua capacidade de pagamento, uma vez que a receita foi fortemente comprometida com a diminuição de passageiros e a determinação de somente transportar passageiros sentados. Com a reabertura parcial das atividades da cidade, esse índice se manteve baixo, em cerca de 30% a 40% do fluxo usual antes da pandemia. Esse é apenas um dos motivos que fizeram com que a Reunidas chegasse a esse momento crítico”, explica o presidente do SET, Adriano Rodrigues Oliveira.

    O próprio Governo do Estado, através do Plano Emergencial proposto em 18 de maio, comprovou a real situação de dificuldade econômico-financeira das empresas através de auditoria da Controladoria Geral do Estado (CGE) e foi, inclusive, aprovado pelos demais órgãos de controle, bem como Ministério Público e Defensoria Pública. Todos os números apresentados pelas empresas e auditados pela CGE comprovaram a dificuldade delas darem andamento à prestação de serviço no modelo em que foi imposto. “Estávamos esperançosos com a Plano Emergencial do Governo do Estado. Do valor que o Estado de Goiás apontou de déficit de custeio operacional das empresas, R$ 23 milhões e meio, a parte destinada à Reunidas seria de 2 milhões e meio, referentes somente a março e abril, sem contar maio e parte de junho. Se esse recurso tivesse saído, não teríamos chegado neste momento,” avalia Henrique.

    “A proposta feita pelo Estado de Goiás foi desenvolvida para dar uma resposta à população e fortalecer o transporte público coletivo. Infelizmente ainda não temos uma confirmação da viabilidade pela Justiça. Outros caminhos estão sendo buscados, mas sem a agilidade necessária para o socorro imediato. Esse trabalho do Governo reforça a visão, que tem de ser de todos, de que o Transporte Coletivo é um serviço público, essencial, e direito de todo cidadão e responsabilidade dos governos. Tudo que as empresas podem fazer, está sendo feito, mesmo que aos olhos do cidadão ainda não seja o suficiente,” conclui Oliveira.

    O retrato da Viação Reunidas hoje, é, infelizmente, um espelho do que está acontecendo com o sistema. O risco de outras empresas entrarem em colapso é real.

    A Viação Reunidas já comunicou à CMTC a suspensão do trabalho.

    Continuidade do atendimento

    A Viação Reunidas opera nas regiões oeste e noroeste. São transportados pela VR cerca de 1.120.000 passageiros por mês (em tempos normais, agora com a pandemia são cerca de 370 mil passageiros/mês), em 110 linhas na região que compreende os municípios de Goiânia, Trindade, Goianira, Abadia de Goiás, Guapó, Brazabrantes, Santo Antônio de Goiás e Nova Veneza. O que corresponde a mais 200 bairros atendidos.

    Enquanto não há linha de crédito bancário aprovada ou uma solução vinda do poder público, responsável pelo transporte público coletivo e por oferecer à população o serviço essencial, a empresa espelho Rápido Araguaia irá assumir e executar os serviços da área atendida pela VR, sem deixar qualquer prejuízo para os passageiros que precisam do transporte para se deslocar.

    Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo e Passageiros de Goiânia e Região Metropolitana (SET)

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