• Quase 80% dos usuários aprovam linhas diretas no transporte coletivo, sem passar pelos terminais de ônibus

    17/07/2020 Categoria: Terminais de Integração

    Pesquisa de opinião realizada pelo RedeMob Consórcio aponta que 79% dos usuários do transporte coletivo de Goiânia e Região Metropolitana aprovam a criação de linhas diretas, conectando seu bairro direto ao seu destino, sem passar pelos terminais de integração. Do total de 1.246 entrevistados, 76% dos usuários entendem que, com a interdição desses terminais e a criação de linha direta, ganharão tempo no uso do transporte público coletivo.

    Pesquisa revela que a maioria dos passageiros do transporte coletivo de Goiânia e Região Metropolitana aprova a ideia de linhas diretas dos bairros e fechamento dos terminais durante o período de pandemia

    A pesquisa foi realizada nos Terminais Goiânia Viva, Maranata, Nerópolis, Veiga Jardim e Vila Brasília, que são os locais citados na proposta do RedeMob Consórcio enviada à Companhia Municipal de Transportes Coletivos (CMTC) como sugestão de interdição temporária até que seja superado o problema da pandemia do coronavírus. O objetivo do levantamento foi obter a opinião dos clientes da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC) sobre criação de linhas diretas, ligando o bairro de origem da viagem, de modo direto, até o destino da viagem, evitando, assim, a passagem pelos terminais.

    De acordo com o diretor de Transportes do RedeMob Consórcio, Cézane Eduardo de Siqueira, a pesquisa mostrou, de forma clara, que a proposta de criar linhas diretas, sem passar por terminais, é a melhor solução para mitigar o risco de contaminação da Covid-19 nestes locais e, ao mesmo tempo, proporcionar viagens mais rápidas no transporte público coletivo. “O momento que estamos vivendo frente a toda essa problemática da pandemia requer que tenhamos muita responsabilidade social e sabemos que os usuários do transporte público coletivo não querem correr riscos de serem infectados. Tínhamos sim expectativa de que uma proposta que mitigue riscos e ao mesmo tempo melhore o serviço seria bem aceita”, enfatiza.

    Dos cinco terminais utilizados para realização da pesquisa, o Terminal Nerópolis apresentou a maior aprovação dos 168 usuários entrevistados quanto à criação de linha direta da cidade para o seu destino: 91,1% concordam com a proposta feita pelo RedeMob Consórcio. Em seguida está o Terminal Veiga Jardim, com 381 entrevistados e 83,7% de aprovação da medida.

    Em relação ao ganho de tempo nas viagens diante da interdição dos terminais, novamente o Terminal Nerópolis figura em primeiro lugar em aprovação, com o apoio de 88,7% dos usuários. Em seguida também figura o Terminal Veiga Jardim, com aprovação da medida por 82,2% dos entrevistados.

    Cézane destaca que é preciso agir rapidamente. “Estamos falando de saúde, de preservar vidas e os terminais oferecem riscos. A interdição temporária e a criação de linhas diretas, oferendo viagens mais rápidas, precisam ser implementados com urgência”, pontua. “As discussões já começaram com a CMTC, que também compartilha com nossa preocupação e com todo este contexto. A pesquisa será de grande valia, pois estamos tratando da opinião do usuário, o principal interessado”, explica.

    Metodologia

    A pesquisa teve como foco os passageiros do Transporte Público Coletivo da Região Metropolitana de Goiânia, que realizaram embarque nos terminais de integração Goiânia Viva, Maranata, Nerópolis, Veiga Jardim e Vila Brasília, que são citados na proposta do RedeMob Consórcio enviada à CMTC para interdição temporária até que seja superado o problema da pandemia do coronavírus.

    As entrevistas foram realizadas nos dias 14 e 16 de julho deste ano, das 06h às 10h30, com 1.246 entrevistas, determinando uma margem de erro de no máximo 2,68% dentro de um coeficiente de segurança de 95%. A coleta de dados contou com 10 pesquisadores do RedeMob Consórcio, supervisionados por profissional com experiência em estudo congênere. 


  • Mesmo em dificuldades, empresas assumem gestão e manutenção dos terminais

    19/06/2020 Categoria: Terminais de Integração

    Objetivo é preservar o atendimento  dos usuários e garantir o serviço que é essencial e direito de todo cidadão, bem como vão absorver grande parte dos profissionais que terão que ser demitidos

    O Conselho de Administração do RedeMob Consórcio composto pelas empresas concessionárias do sistema de transporte público de Goiânia e Região Metropolitana, decidiu em reunião na noite desta quarta-feira, 17, fazer a devolução dos terminais do sistema para as empresas. A ação foi motivada pela grave perda de receita, uma vez que o Consórcio é uma entidade privada sem fins lucrativos, financiado por parte do faturamento das cinco empresas operadoras.

    Os terminais serão, a partir de 1º  de julho de 2020, geridos pela Cootego, HP Transportes, Rápido Araguaia, Viação Reunidas e Metrobus.

    Todo custeio com monitoramento dos terminais de integração, estação de embarques e pontos de apoio, por meio de câmeras integradas na CCO – Central de Controle Operacional e na Secretária de Segurança Pública, como forma da preservação de sinergia entre os processos de operação de transportes e segurança pública, permanece sob a responsabilidade do RedeMob Consórcio.

    Caberá à Metrobus administrar, operar, fazer a manutenção, conservação, limpeza e segurança patrimonial dos seguintes terminais de integração e estações da RMTC:

    1 – Terminal Padre Pelágio
    2 – Terminal Dergo
    3 – Terminal Praça A
    4 – Terminal Bíblia
    5 – Terminal Novo Mundo
    6 – Terminal Trindade
    7 – Terminal Goianira
    8 – 19 Estações Eixo Anhanguera

    Caberá à Cootego, HP Transportes, Rápido Araguaia, Viação Reunidas, fazerem a administração, operação, manutenção, conservação, limpeza, segurança patrimonial e exploração comercial dos seguintes terminais de integração da RMTC e pontos de apoio operacionais:

    1 – Terminal Cruzeiro
    2 – Terminal Vila Brasília
    3 – Terminal Araguaia
    4 – Terminal Garavelo
    5 – Terminal Maranata
    6 – Terminal Bandeiras
    7 – Terminal Parque Oeste
    8 – Terminal Goiânia Viva
    9 – Terminal Vera Cruz
    10 – Terminal Recanto do Bosque
    11 – Terminal Isidória
    12 – Terminal Nerópolis
    13 – Terminal Senador Canedo
    14 – Terminal Veiga Jardim

    1 – PA Jardim Guanabara I
    2 – PA Estacionamento – Campus
    3 – PA Vale dos Sonhos
    4 – PA Aruanã II
    5 – PA Campus
    6 – PA Praça da Bíblia / Universitário
    7 – PA Parque Atheneu (Sala)
    8 – PA Parque Atheneu (Estacionamento)
    9 – PA Parque Trindade
    10 – PA Morada Nova
    11 – PA Conjunto Vera Cruz
    12 – PA Dergo
    13 – PA Curitiba

    Segundo o diretor executivo do RedeMob Consórcio, essa decisão é fundamental para que o consórcio continue funcionando. “O consórcio, assim como as empresas, está enfrentando um momento muito difícil. Estamos passando pelo mesmo processo das concessionárias do serviço, com a queda de cerca de 70% na receita. Fizemos o dever de casa, enxugamos despesas, reduzimos jornadas e salário dos colaboradores, tivemos que fazer demissões, rescindimos, renegociamos e postergamos contratos com fornecedores, etc, mas ainda assim não foi o suficiente para promover o equilíbrio. E como um dos processos que mais consomem recursos no consórcio é a gestão de terminais, a solução foi retirar esse processo da nossa responsabilidade e devolvê-lo para as empresas”, explica Leomar Avelino Rodrigues.

    Mesmo com sérias dificuldades e amargando um desequilíbrio econômico-financeiro gravíssimo nos últimos 90 dias, uma situação de risco que atinge todo o sistema, as concessionárias do serviço saíram em socorro ao consórcio. As empresas se comprometem a cumprir com todo o escopo de trabalho antes desenvolvido pelo RedeMob. “Mesmo com todas as dificuldades, é menos oneroso que as concessionárias assumam a gestão dos terminais em relação ao repasse de contrapartida da receita mensal ao Consórcio. Nossa responsabilidade de manter toda frota contratada pelo poder público operando, bem como a gestão e manutenção dos terminais, é grande, principalmente com o passageiro, que é o que mais precisa da manutenção do serviço, mas não haverá qualquer prejuízo para o usuário. Mas continuamos aguardando uma solução por parte do poder público para socorrer não as empresas, mas o transportes público coletivo da capital,” detalha Adriano Oliveira, presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo Urbano e Passageiros da Região Metropolitana de Goiânia (SET), lembrando que o Transporte Público é um serviço essencial que deve ser garantido ao cidadão pelo Poder Público.

    Demissões

    271 profissionais do RedeMob Consórcio trabalham diariamente em todos os terminais da região metropolitana de Goiânia. O que mais aflige o RedeMob Consórcio, nesse momento, é a recolocação de 130 profissionais que hoje prestam serviço nos terminais da Metrobus. Os outros 141 que atuam nas outras regiões de atendimento já serão absorvidos pela Cootego, HP Transportes, Rápido Araguaia e Viação Reunidas. “Já conversamos com as empresas privadas e elas estão em processo de assunção dos profissionais, lamentamos muito que o regime jurídico da Metrobus não permita que ela absorva esses 130 profissionais que terão que ser demitidos,” reflete Leomar Avelino.

  • Operação contra o coronavírus vai atender dez terminais de ônibus

    19/05/2020 Categoria: Terminais de Integração

    CRISTIANE LIMA, para O Popular

    O número de terminais de ônibus atendidos pela operação dos bombeiros para desinfecção dos espaços públicos passa a atender dez terminais. Além dos cinco terminais do Eixo Anhanguera, entram na lista os terminais das Bandeiras, Goiânia Viva, Isidória, Parque Oeste e Vera Cruz. Com isso, os militares esperam conseguir reduzir as possibilidades de contágio pelo novo coronavírus em Goiânia e região metropolitana.

    O coordenador da operação é o tenente-coronel dos Bombeiros, Washington Luiz. Ele explica que o trabalho consiste em aplicar a solução de descontaminação, composta por hipoclorito diluído. “A solução é aplicada nos pátios, corrimões, guardar-corpo, pilastras, muretas e assentos. A intenção é reduzir, ao máximo, a possibilidade de contágio nestes espaços que não têm como serem fechados.”

    As ações ocorrem nas segundas, quartas e sexta-feiras e não têm data para serem interrompidas. As atividades são realizadas no período noturno e com o aumento de terminais para serem desinfectados, mais equipes vão se revezar para o trabalho. Além dos dez terminais, as 19 plataformas de embarque e desembarque do Eixo Anhanguera também recebem a ação.

    As equipes são divididas por setores e as pessoas são orientadas a não se aproximarem durante a aplicação dos produtos, o que pode levar de cinco a dez minutos. Depois, os profissionais orientam os coordenadores dos terminais a pedirem que os passageiros aguardem mais dez minutos antes da liberação do pátio.

  • Terminal Recanto do Bosque tem mudanças com início da próxima etapa de obras do BRT

    14/04/2020 Categoria: Terminais de Integração

  • RedeMob Consórcio inaugura novas instalações da Polícia Militar no Terminal Cruzeiro

    20/03/2020 Categoria: Terminais de Integração

    O RedeMob Consórcio inaugurou nesta quinta-feira (19/03) as novas instalações da Polícia Militar no Terminal Cruzeiro, em Aparecida de Goiânia. O local destinado à equipe consolida a parceira desenvolvida com a RMTC, garantindo a presença da Polícia Militar no ambiente do transporte coletivo.

    As instalações para a PM no Cruzeiro contam com infraestrutura de internet para auxiliar no trabalho dos policiais. O local funciona como uma central de atuação da Polícia Militar na região e também reforça a segurança dos passageiros do transporte coletivo na Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC).

    A atuação dos policiais que fazem o patrulhamento dos terminais de integração está totalmente coordenada com o monitoramento em tempo real promovido pelo RedeMob Consórcio e conta ainda com a contribuição dos profissionais de segurança da Escudo.

    Entre as medidas de atuação da Polícia Militar, estão a possibilidade de registro do TCO (Termo Circunstancial de Ocorrência) dentro do terminal.

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