• Novo sistema de bilhetagem eletrônica Sitpass vai facilitar e ampliar acesso ao transporte coletivo na Região Metropolitana de Goiânia

    26/11/2019 Categoria: Tarifa

    Com tecnologia de ponta, o novo modelo funcionará com recursos como biometria facial, pagamento por QR Code, cartão de crédito ou débito por aproximação (NFC) e wi-fi a bordo

    O novo sistema de bilhetagem eletrônica Sitpass da Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RMTC) foi apresentado nesta terça-feira (26/11), em evento realizado na sede da Companhia Metropolitana de Transportes Coletivos (CMTC). Com tecnologia de ponta e diversos recursos digitais, o novo sistema vai tornar a utilização do transporte coletivo na Região Metropolitana de Goiânia mais fácil, prática e segura, além de ampliar o acesso dos clientes ao serviço.

    O evento contou com a presença do presidente da CMTC, Benjamin Kennedy Machado da Costa, do diretor executivo do RedeMob Consórcio, Leomar Avelino, do presidente do Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo de Goiânia (SET), Adriano Rodrigues de Oliveira, e os representantes das concessionárias do transporte coletivo, Rivaldar Gonçalves (Cootego), Indiara Ferreira (HP Transportes), Paulo César Reis (Metrobus), Odilon Santos Neto (Rápido Araguaia) e Henrique Vinícius da Paz (Viação Reunidas).

    Mais tecnológico, o novo modelo vai facilitar o acesso ao serviço do transporte coletivo e garantir mais segurança aos usuários. As ferramentas de hardware e software serão fornecidas pela empresa brasileira Prodata, líder de mercado no setor de transportes, e terão recursos que já estão disponíveis em nove capitais brasileiras, como Rio de Janeiro e São Paulo.

    O diretor do RedeMob Consórcio, Leomar Avelino (esq.), e o presidente da CMTC, Benjamin Kennedy Machado da Costa

    “A CMTC e as empresas concessionárias do transporte coletivo estão sempre buscando a melhoria do serviço prestado ao nosso cliente, e a nova bilhetagem nada mais é do que a garantia de que esta melhoria será alcançada. É um sistema prático, que também usa a internet e o smartphone. Praticamente toda a população já utiliza hoje os cartões de crédito e débito ou o smartphone, então isso vai facilitar muito a adesão a essas novidades. Os nossos clientes não terão nenhuma dificuldade de adaptação às mudanças”, reforçou o presidente da CMTC, Benjamin Kennedy Machado da Costa.

    Com financiamento e implementação gradual realizada pelo RedeMob Consórcio, o novo sistema de bilhetagem terá funcionalidades como biometria facial, pagamento por QR Code, cartões Sitpass, cartão de crédito ou débito por aproximação (NFC), pagamento em nuvem, recarga a bordo, wi-fi a bordo e atualização de dados dos cartões a bordo. A primeira fase, que contempla a biometria facial e o QR Code, será executada em até oito meses após a assinatura do contrato. A segunda fase terá prazo de conclusão de quatro meses após o término da primeira etapa. A previsão é que o novo sistema esteja em pleno funcionamento até dezembro de 2020.

    “Hoje é um dia importante para o transporte coletivo da Região Metropolitana de Goiânia. É um projeto grande e muito importante para a população da nossa região. Nos últimos cinco anos, a tecnologia de bilhetagem evoluiu muito no Brasil, e a Prodata traz um conjunto completo com todos esses recursos. E pretendemos implantar este sistema com o mínimo de impacto na vida da população. Os recursos que estamos trazendo para cá já estão disponíveis em outras regiões do país, mas a Região Metropolitana de Goiânia será a única com todas as funcionalidades juntas e integradas”, destacou o diretor executivo do RedeMob Consórcio, Leomar Avelino.

    O diretor executivo do RedeMob Consórcio, Leomar Avelino

    A nova tecnologia foi escolhida a partir de estudos de mercado com as principais empresas do setor, que apontaram a Prodata como fornecedora do melhor conjunto de recursos disponíveis no Brasil atualmente. A Prodata é líder de mercado na América do Sul e. Além de deixar as viagens mais agradáveis e o sistema de transporte mais prático e seguro, a nova bilhetagem vai permitir a flexibilização tarifária por tipo de dia, horário ou linha, e possibilitar maior integração eletrônica entre as linhas sem uso dos terminais.

    A transição para o novo sistema de bilhetagem será executada sem prejuízos ao sistema atual. Todas as etapas do processo serão cumpridas de forma a minimizar o impacto durante o período de transição de forma a esclarecer para os usuários todos os benefícios que chegarão com a mudança, por meio de campanhas nas redes sociais e nos terminais de integração da RMTC.

    Assinatura do contrato com a empresa de tecnologia Prodata

    Pioneiro no Brasil, o atual sistema de Goiânia utiliza tecnologia francesa e está com mais de 22 anos de operação ininterrupta. A RMTC possui cerca de 1 milhão e 900 mil unidades emitidas do Cartão Fácil. A transição para o novo sistema de bilhetagem será executada com a garantia de não prejudicar a população que utiliza o serviço. Os mais de 1.700 pontos de venda espalhados pelas cidades da Região Metropolitana de Goiânia continuarão realizando o serviço de recarga do Cartão Fácil normalmente.

  • Opinião: O lento assassinato do transporte público

    03/10/2019 Categoria: Tarifa

    Cileide Alves

    Artigo originalmente publicado em 28/09/2019 no jornal O Popular

    Há dez anos o sistema de transporte coletivo da Região Metropolitana de Goiânia (RMG) tinha 685 mil usuários por dia. Neste 2019 tem só 460 mil passageiros, queda de 33% na década. No mesmo período a população cresceu. Só a de Goiânia aumentou em 18%. Saltou de 1,281 milhão para 1,516 milhão. Já a frota de carros na capital, para continuar no maior dos municípios da RMG, aumentou em 43,27% e a de motos, 54,59%, revelou reportagem deste jornal no domingo (21).

    A migração do transporte público para o individual não ocorreu por acaso. É decorrência de algumas políticas públicas e da omissão de gestores na gestão do transporte. A frota particular cresceu estimulada por facilidades de financiamento e redução de tributos, como o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que vigorou até 2013.

    Paralelamente, ocorreu na Região Metropolitana de Goiânia uma irresponsável omissão do poder público diante da complexa questão da mobilidade urbana. A última intervenção no sistema foi em 2008 com a licitação das linhas de ônibus e a renovação da frota. Portanto, o transporte individual avançou também no cenário de deterioração do sistema de transporte. Junto com os veículos, crescem o tempo gasto no trânsito, a poluição e o número de acidentes.

    Atualmente há dois movimentos de reforço do transporte coletivo. A construção do BRT (Bus Rapid Transit), que terá aproximadamente 22 quilômetros de extensão e ligará as regiões norte e sul, entre Goiânia e Aparecida. Começou em marcha lenta na época do prefeito Paulo Garcia e quase foi abandonado por Iris Rezende. Foi com uma certa má vontade que o prefeito concordou em tocar o projeto adiante.

    A segunda iniciativa responde pelo nome de desoneração da tarifa de ônibus. Ela prevê a criação de um fundo de transporte para subsidiar a tarifa e para investir na melhoria do sistema (vias, terminais, pontos de ônibus). Para dar conta desse desafio, a receita do fundo teria de ser de R$ 260 milhões por ano.

    De onde viria esse recurso se os orçamentos públicos (do governo estadual e das prefeituras) estão no osso? Do transporte individual, ou seja, de uma taxa de cerca de 70 reais a ser cobrada na licença anual de veículos e de outras taxas, como publicidade em pontos de ônibus e de parquímetros.

    Proposto pela Companhia Metropolitana de Transporte Coletivo (CMTC), o projeto recebeu apoio dos prefeitos de Goiânia, de Trindade (Jânio Darrot), de Aparecida (Gustavo Mendanha) e de Senador Canedo (Divino Lemos), os maiores da região. Mas sofre oposição direta de deputados estaduais dependentes do discurso populista que atrai likes fáceis nas redes sociais.

    O projeto enfrenta também uma certa indefinição do governador Ronaldo Caiado (aliás a indecisão parece ser uma marca de seu governo). Caiado deu aval ao projeto de lei para desoneração da tarifa, em reunião com Iris em 13 de agosto. Só que na semana passada a Procuradoria-Geral do Estado deu sinal vermelho à proposta, alegando inconstitucionalidade.

    Depois disso o governo fechou-se em silêncio. Os prefeitos não reagiram e deputados contrários ao projeto comemoraram o aparente recuo. Fizeram discurso para suas redes sociais, mas ao serem confrontados sobre a fonte de receita para investir no transporte apontam o combalido orçamento público ou recursos acessórios, como a publicidade. Em tempo: a receita de São Paulo com essa propaganda é de apenas R$ 38 milhões ao ano. A RMG precisa de R$ 260 milhões de receitas extra tarifárias.

    O futuro é previsível. Em dezembro as concessionárias de ônibus vão solicitar o reajuste anual da tarifa, garantido em contrato, os mesmos políticos que se opõem à desoneração vão fazer discurso contra as empresas, vão ganhar likes em suas redes, o reajuste vai ser aprovado em maio e a qualidade do serviço continuará sofrível. É ou não um lento assassinato do sistema de transporte público?

    Sem uma solução imediata para a mobilidade urbana, Goiânia tende a parar no trânsito.

  • CDTC aprova aumento da tarifa de ônibus na Grande Goiânia para R$ 4,30

    17/04/2019 Categoria: Tarifa

    O aumento do valor da tarifa do transporte coletivo foi aprovado na manhã desta quarta-feira (17/04) pela Câmara Deliberativa do Transporte Coletivo (CDTC).

    O reajuste de 7,5% na tarifa única praticada em toda Região Metropolitana de Goiânia começa a valer no dia 19 de abril, próxima sexta-feira, às 5h da manhã. A passagem, que era de R$ 4,00, passa a ser de R$ 4,30.

    Com o aumento, o valor passará a ser cobrado integralmente nos cartões de embarque (Cartão Fácil), independentemente da data de recarga. Ou seja, como ocorre todos os anos, os créditos do cartão não são reajustados, e o valor de R$ 4,30 será cobrado mesmo que o cliente tenha adquirido créditos antes do reajuste.

    O presidente da CDTC, Jânio Darrot, em entrevista ao portal G1 Goiás, disse que “o reajuste é automático, todo mês de dezembro. Já deveria ter sido implantado, mas estamos discutindo uma série de melhorias. Acho injusto [o aumento], mas tínhamos de tomar uma decisão. Se quebrássemos o contrato e não aumentássemos a tarifa, poderíamos estrangular o sistema”, disse Darrot.

  • Após Cotia-SP, confira como ficaram as tarifas na Grande São Paulo

    15/01/2019 Categoria: Tarifa

    A tarifa de ônibus em Cotia, na Grande São Paulo, vai ficou mais alta a partir desta quarta-feira, 16 de janeiro de 2019.

    O valor passa dos atuais R$ 4,35 para R$ 4,50.

    O decreto foi publicado pelo prefeito Rogério Franco e vale tanto para o serviço por empresa de ônibus como para o sistema alternativo.

    No ano passado, a tarifa de Cotia foi alvo de uma disputa judicial.

    O valor foi reajustado em março de 2018, mas uma liminar de junho suspendeu o reajuste. A prefeitura conseguiu rever a decisão no mês seguinte.

    Relembre:
    https://diariodotransporte.com.br/2018/07/20/tarifa-de-onibus-em-cotia-volta-a-custar-r-435/

    Na Grande São Paulo, diversas outras cidades já reajustaram as tarifas de ônibus..

    As tarifas do Metrô e da CPTM aumentaram neste domingo, 13 de janeiro de 2019, juntamente com as integrações com os ônibus municipais da capital paulista, de gestão da SPTrans – São Paulo Transporte.

    As tarifas dos ônibus gerenciados metropolitanos pela EMTU e as passagens dos ônibus rodoviários intermunicipais e dos suburbanos do sistema da Artesp sobem no dia 20 de janeiro de 2019.

    GRANDE SÃO PAULO:

    Cotia: De R$ 4,35 para R$ 4,50 – 16 de janeiro de 2019
    Itapecerica da Serra: De R$ 3,50 para R$ 3,75 – 13 de janeiro de 2019
    São Caetano do Sul: De R$ 4,20 para R$ 4,50 – 13 de janeiro de 2019
    Mogi das Cruzes: De R$ 4,10 para R$ 4,50 – 13 de janeiro de 2019
    Cajamar: De R$ 4,35 para R$ 4,60 – 13 de janeiro de 2019
    Ribeirão Pires: De R$ 4,00 para R$ 4,40 – Vale-Transporte: R$ 4,60 – 13 de janeiro de 2019
    Rio Grande da Serra: De R$ 3,80 para R$ 4,20 – 12 de janeiro de 2019
    Francisco Morato: De R$ 4,20 para R$ 4,45 – 07 de janeiro de 2019
    Franco da Rocha: De R$ 4,35 para R$ 4,60 – 07 de janeiro de 2019
    Santo André: De R$ 4,40 para R$ 4,75 e Vale-Transporte de R$ 5,50 para R$ 5,95 – 06 de janeiro de 2019
    Caieiras: De R$ 4,35 para R$ 4,60 – 06 de janeiro de 2019
    Diadema: De R$ 4,40 para R$ 4,65 – 06 de janeiro de 2019
    (Cartão SOU Comum – R$ 4,25 / Dinheiro – R$ 4,65 / Vale Transporte – R$ 4,88)
    Barueri: De R$ 4,35 para R$ 4,50 – 06 de janeiro de 2019
    Carapicuíba: De R$ 4,35 para R$ 4,50 – 05 de janeiro de 2019
    Osasco: De R$ 4,35 para R$ 4,50 – 01º de janeiro de 2019
    São Bernardo do Campo: De R$ 4,40 para R$ 4,75 – 01º de janeiro de 2019
    Itapevi: De R$ 4,35 para R$ 4,50. – 01º de janeiro de 2019

    EMTU:

    As tarifas de ônibus metropolitanos intermunicipais gerenciados pela EMTU ficam mais caras a partir de domingo, 20 de janeiro de 2019. Também haverá reajuste da tarifa do VLT – Veículo Leve sobre Trilhos que liga Santos e São Vicente, no litoral paulista.
    Os preços variam de acordo com a extensão e os tipos das linhas e ainda serão divulgados ao longo da semana pela gerenciadora, assim como os percentuais de reajuste.
    https://diariodotransporte.com.br/2019/01/12/em-primeira-mao-tarifas-de-onibus-da-emtu-e-do-vlt-sobem-no-dia-20-de-janeiro/
    A integração entre os ônibus metropolitanos gerenciados pela EMTU (incluindo o Corredor ABD de ônibus e trólebus) tem desconto de R$ 1,50.

    ARTESP:

    As tarifas dos ônibus rodoviários e suburbanos que ligam diferentes cidades dentro do Estado de São Paulo sobem no domingo 20 de janeiro de 2019.
    O reajuste sobre as bases tarifárias será de 5,53% para os serviços de característica rodoviária e de 6,10% para os serviços de característica suburbana.
    Serviço de característica rodoviário é feito por ônibus com bagageiro, poltronas reclináveis e uma porta apenas.
    Já os suburbanos são os ônibus urbanos comuns, mas que ligam diferentes cidades que não integram uma região metropolitana.
    https://diariodotransporte.com.br/2019/01/12/passagens-de-onibus-rodoviarios-intermunicipais-e-suburbanos-de-sao-paulo-tem-reajuste-no-dia-20-de-janeiro

    SPTRANS, METRÔ E CPTM:

    A partir deste domingo, 13 de janeiro de 2019, as tarifas dos trens da CPTM e do Metrô sobem de R$ 4,00 para R$ 4,30. A integração com os ônibus gerenciados pela SPTrans – São Paulo Transporte na capital paulista, que subiu no domingo passado por causa do reajuste do sistema municipal, tem outro aumento, de R$ 7,21 para R$ 7,48.
    A dica para sentir um pouco mais tarde este reajuste no bolso é carregar o Bilhete Único até às 23h59 deste sábado.
    Isso porque, os créditos comprados até hoje vão ser debitados pelo valor anterior ao aumento até acabarem.
    Pelo site da SPTrans, é possível saber os endereços dos postos de recarga do Bilhete Único e também comprar pela internet, com pagamento por boleto bancário. Os créditos comprados até a data do aumento ainda serão descontados nas catracas pelo valor de R$ 4,00.
    http://bilheteunico.sptrans.com.br/
    Há também a possibilidade de compra de créditos por aplicativos de celulares, mas o usuário deve estar atendo às taxas de serviço e carregamento.
    A SPTrans disponibiliza a relação de algumas opções:
    http://www.sptrans.com.br/app/
    O passageiro deve também calcular se vale mais a pena o Bilhete Único Comum, o 24 Horas ou o Mensal.
    Para isso deve dividir o valor do Bilhete por R$ 4,30 se for na modalidade única ou por R$ 7,48 se for a integração entre ônibus e sistema de trilhos.

    Confira abaixo como ficam as novas tarifas de transporte a partir de 13 de janeiro, segundo nota da Secretaria de Transportes Metropolitanos.

    Adamo Bazani, jornalista especializado em transportes

  • Santos-SP aumenta tarifa dos ônibus para R$ 4,30

    09/01/2019 Categoria: Tarifa

    Valor passa a valer a partir da meia-noite do dia 13 janeiro

    A Prefeitura de Santos, litoral paulista, reajustou a tarifa do transporte coletivo municipal, conforme publicado no Diário Oficial do município nesta quarta-feira, dia 9 de janeiro.
    A partir da meia-noite do dia 13 de janeiro de 2019, domingo, a passagem passará dos atuais R$ 4,05 para R$ 4,30, reajuste de 6,2 %. O índice supera a inflação oficial (IPCA) dos últimos 12 meses, de 4,05 %.
    A Viação Piracicabana solicitara que a tarifa fosse aumentada para R$ 4,56.
    O último reajuste foi concedido em janeiro de 2018, quando a passagem subiu de R$ 3,85 para R$ 4,05. Na época houve uma batalha jurídica, e o reajuste passou a valer de fato no dia 7 de fevereiro de 2018 (Leia o Histórico abaixo).
    Regulado pelo contrato de concessão, firmado entre a prefeitura e a Viação Piracicabana, o atual reajuste decorre da necessidade de se reequilibrar o balanço econômico-financeiro do serviço. Como fatores para o aumento, foram citados o aumento do preço do diesel, a elevação de insumos (pneus e peças), além dos salários e benefícios dos empregados da empresa.
    A evasão no número de passageiros transportados também é outro fator de impacto para o aumento do valor: com menos passageiros pagantes diante de custos de operação em elevação, cada passageiro precisa pagar mais para alcançar o equilíbrio entre receita e despesa.
    A prefeitura de Santos não paga subsídios, como ocorre, por exemplo, em São Paulo.
    Aos domingos os usuários do Cartão Transporte (CT) passam a pagar o valor de R$ 2,15 (meia-tarifa).
    Estudantes também pagam metade da tarifa.
    Os créditos existentes nos cartões serão convertidos em número de passagens pelo valor de R$ 4,05.

    ALEXANDRE PELEGI- Diário do Transporte

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