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Horário de pico da manhã continua em queda em todo transporte coletivo
A demanda de passageiros pela manhã no transporte coletivo de Goiânia e região metropolitana continua em queda. No horário de pico desta sexta-feira, dia 9, o fluxo de usuários teve redução de 34% em Aparecida de Goiânia.
Em Goiânia, o movimento de embarques no horário de ponta também pela manhã de hoje recuou 31%.
No SIMA – Sistema Integrado Metropolitano Anhanguera, a queda no movimento alcança 51% também no horário de pico da manhã, considerando a paralisação deste serviço, que atingiu cerca de 40 mil pessoas, o que representa algo em torno de 20% do total de usuários transportados diariamente na RMTC.
Na RMTC, a demanda do horário de pico registra recuo de 40% na manhã desta sexta.
No balanço de quinta-feira, dia 08 de abril, a RMTC registrou uma demanda de 214.654 validações, um aumento de 17,7% em comparação ao fluxo registrado no dia 18 de março deste ano, que teve 182.391 entradas.
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EIXO ANHANGUERA AMANHECE PARADO NESTA SEXTA-FEIRA
RedeMob Consórcio informa que apenas as linhas do Eixo Anhanguera amanheceram paradas na manhã desta sexta-feira em virtude da greve dos motoristas da Metrobus.
Todas as demais linhas do sistema Metropolitano de Transporte Coletivo estão funcionando normalmente.
RedeMob Consórcio
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Greve dos motoristas da Metrobus.
Informamos que as linhas do Eixo Anhanguera não estão operando devido a greve dos motoristas da Metrobus.
Informamos ainda, que as demais linhas do sistema Metropolitano de Transporte Coletivo estão funcionando normalmente.
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SET DEFENDE VACINAÇÃO, MAS RECHAÇA A IDEIA DE PARALISAÇÃO DO SERVIÇO
Greve neste momento vai prejudicar os serviços mais essenciais como saúde e alimentação
Diante do indicativo de greve publicado pelo SINDCOLETIVO para a zero hora desta sexta-feira, que pleiteiam a vacina contra Covid-19, o Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo da Região Metropolitana de Goiânia (SET) manifesta que é totalmente a favor da vacinação dos trabalhadores do transporte público coletivo, mas que a paralisação do serviço não é a solução, pelo contrário, trata-se de uma ação ruim para toda a população na região metropolitana de Goiânia.
“Paralisar o transporte público neste momento será muito danoso para as cidades atendidas pela RMTC – Rede Metropolitana de Transportes Coletivos, e para a manutenção dos serviços essenciais, em especial os setores de saúde e alimentação, que correspondem a 55% de todos clientes que fizeram o cadastro no Embarque Prioritário”, avalia Alessandro Moura, vice-presidente do SET. E acrescenta que “vivemos um momento crítico, e é lamentável o uso político que está sendo feito por parte do sindicato dos trabalhadores com essa reivindicação, pois mesmo sendo a vacinação justa e apoiada e defendida pelo SET, a solução requer sensatez para buscar o pleito”.
Alessandro explica que todas as vacinas estão sendo distribuídas a partir do Plano Nacional de Imunização definido pelo Ministério da Saúde, que fez, inclusive a definição para as prioridades na vacinação.
A manutenção do transporte público é fundamental para que se mantenha os serviços essenciais funcionando. Como exemplo deste direito constitucional, o Supremo Tribunal Federal (STF), negou o recurso do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) para suspender a circulação dos ônibus do transporte público em Curitiba. Na noite desta quarta-feira (7), o presidente do STF, ministro Luiz Fux, julgou improcedente o pedido de suspensão da decisão do TJ. “Portanto, todos temos que trabalhar para manter o serviço em operação, dando sua contribuição para a manutenção da mobilidade e da vida de cada cidadão, mesmo tendo que assumir alguns riscos”, sentencia Alessandro Moura.
Vale ressaltar que o transporte publico coletivo nunca se configurou como vetor de transmissão. Pesquisas atestam que o ambiente do transporte coletivo não é o principal vetor de transmissão. Muito pelo contrário, os índices relacionados à contaminação dos profissionais do setor estão menores que a média das cidades. Como exemplo, o número de óbitos de motoristas, dos 2.462 que atuam na RMTC, 10 faleceram em virtude da covid-19, ou seja 0,41% do total de profissionais, desses, 3 pertenciam ao grupo de risco e estavam afastados desde o início da pandemia. Em Goiás o índice de letalidade da doença desde o seu início no estado está 2,47%. “Lamentamos profundamente sobre cada profissional que fica contaminado ou morre em decorrência da COVID-19. Isto deixa todos nós muito triste. Desejamos que todos sejam vacinados o mais breve possível, mas por outro lado sabemos o quanto é complexa toda solução que envolve o governo federal”, diz Alessandro Moura.
Operação desta sexta está mantida para as empresas
A programação operacional está pronta para o dia de amanhã e a expectativa é que funcione 100% com a frota programada, a frota extra e a reserva técnica possível de rodar. “A grande maioria dos profissionais que atuam na rede metropolitana de transporte público coletivo na grande Goiânia não querem fazer greve e entendem a importância de manter o serviço funcionando. Todas as concessionárias estão preparadas para funcionarem normalmente amanhã”, conclui Alessandro Moura, vice-presidente do SET.
Transporte público não é vetor de contaminação
Pesquisadores da Universidade de Stanford, na Califórnia, criaram um modelo que sugere os lugares onde há mais chances de alguém se infectar com o novo coronavírus. Indicaram que restaurantes e academias são os lugares com maior chance de transmissão entre pessoas sem máscara e os ônibus urbanos nem sequer foram citados no levantamento. O artigo foi publicado no início de novembro (10), na revista científica “Nature”, uma das mais importantes do mundo.
A participação em eventos pode ser perigosa dependendo da ventilação e de comportamentos comuns em festas e reuniões como conversar e cantar, foi o que apontou um outro estudo feito pelo Instituto de Tecnologia de Massachusetts, nos Estados Unidos, e pela Universidade de Oxford, na Inglaterra. O artigo original que foi publicado recentemente no periódico de saúde The BMJ, diz que nem o uso de máscara protege se o espaço de um evento for fechado e mal ventilado e, nestes casos, o risco de contaminação é classificado como alto.
Publicação feita na última semana (13) em um jornal sueco afirma ainda que há risco “mínimo” de contrair o vírus em trens e ônibus na Finlândia. O jornal relatou que nenhum caso de coronavírus foi rastreado até o transporte local ou de longa distância, de acordo com as ferrovias estaduais VR e Helsinki Region Transport (HSL). O estudo também utilizou dados da Associação Internacional de Transporte Público (UITP). Vale ressaltar que, segundo a mesma publicação, o volume atual de passageiros metropolitana de Helsinque é 40% por cento menor do que há um ano.
Dados e estudos nacionais
Os sistemas de transportes públicos urbanos por ônibus de 171 municípios brasileiros foram analisados para estabelecer uma relação entre o uso do transporte coletivo e a incidência de casos confirmados de Covid-19 e a conclusão é de que não há evidencias para atribuir ao transporte coletivo o foco de contágio e disseminação do novo vírus. O estudo foi divulgado, em setembro, pela Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU).
Um exemplo citado neste levantamento da NTU foi o sistema de transporte coletivo urbano de Teresina (PI), onde a quantidade de viagens realizadas nos ônibus sofreu forte queda nas sete primeiras semanas de pandemia, seguido por quase um mês de greve dos rodoviários e, justamente nesses períodos, observou-se um aumento expressivo dos casos confirmados de contaminação. A posterior normalização dos serviços de transporte coletivo coincidiu com a redução da incidência da Covid-19.
Renovação de ar em ônibus é 63% maior
De acordo com estudos da Universidade de Caxias do Sul e da empresa Marcopolo, os ônibus com as janelas abertas têm renovação de ar de até 63% maior que a exigida em supermercados, agências bancárias e aeroportos. Quando em movimento, essa renovação do ar excede em mais de 60% os limites estabelecidos pela ABNT. O cuidado com a ventilação foi uma das 12 medidas incluídas no Protocolo Transporte Seguro e adotadas em Goiânia e região metropolitana para garantir viagens mais seguras neste período de pandemia.
Sindicato das Empresas de Transporte Coletivo e Passageiros de Goiânia e Região Metropolitana (SET)
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Estudantes em aulas presenciais devem requisitar pagamento do Passe Livre Estudantil
Em virtude da pandemia de Covid-19, depósitos dos créditos foram mantidos apenas para alunos que comprovem realização de atividades no interior das instituições de ensino ou estágio
Estudantes beneficiados com o Passe Livre Estudantil (PLE) do Governo de Goiás, coordenado pela Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social (Seds), que retornaram às aulas na modalidade presencial devem solicitar via e-mail ([email protected]) o pagamento dos créditos. Para receber, o aluno precisa comprovar, com documento da instituição de ensino, que está desempenhando tal atividade.
Os depósitos dos créditos do PLE foram pausados em razão da suspensão das aulas presenciais, determinada pelo decreto do governo estadual, motivada pela pandemia de Covid-19. O pagamento, porém, está autorizado a todos que comprovarem atividade presencial ou estágio.
Até o momento, o número de solicitações de crédito está abaixo do esperado. “A única maneira de mapear os alunos que estão em atividade presencial e, consequentemente, realizar o pagamento, é pela solicitação individual”, explica o titular da Seds, Wellington Matos. “Por isso, ressaltamos a importância de comprovar o retorno com a declaração da sua instituição de ensino”, complementa o secretário.
Secretaria de Estado de Desenvolvimento Social – Governo de Goiás
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